Bom, por onde eu começo, hein? Da última vez que escrevi aqui, deixei o finalzinho do texto com um ar meio (sem pé nem cabeça). Citei a minha antipatia pelo modismo que se tornou rotineiro entre os leitores de nomes consagrados como Cecília Meirelles, Clarice Lispector, Lia Luft, Marta Medeiros e ...
Que modismo é esse?
Então, um leitor, não necessariamente regular, abre um livro tal, lê a crônica tal, se identifica, destaca um trecho ou outro e faz o quê? ilustra os seus perfis pessoais no orkut, facebook, twitter e outros... fazendo com que todos pensem e até mesmo acreditem que: além da admiração pelo escritor citado, concluiu-se que o parágrafo enfatizado virou repentinamente o lema da própria vida.
As pessoas que me conhecem e, sabem dos meus gostos literários vão estranhar essa minha rusga. Afinal de contas, eu mesmo, vivo citando um textinho ou outro das coisas que leio desses mesmos autores. No meu perfil do orkut mesmo, ficou um texto da Clarice Lispector inteirinho - por um bom tempo. Sendo assim - por que de uma hora pra outra eu surgi com essa queixa?
Olha (...) a questão é - pra uma pessoa pegar um texto da Martha, por exemplo, destacar alguns pontos e publica-los como se fosse o seu lema de vida - o que a gente imagina de súbito? Que a pessoa ama essa autora, que esmiuça tudo o que foi publicado por ela e assim, encontrou uma afinidade tão grande que - é como se ela o conhecesse profundamente. Certo?
Não. Não necessariamente! No entanto, eu faço uma aposta com quem quiser que: - a maioria das pessoas que cita textos da Clarice ou Martha - como se fossem suas verdades profundas - não leu sequer um livro completo da mesma. Dirão: e daí? Precisa ler a obra completa pra gostar do cara? Respondo: não! Não mesmo! A minha pinimba é - pra você sair pelas ruas citando isso ou aquilo do fulano de tal, no mínimo, um aprofundamentozinho de causa mais a fundo você tem que apresentar...
Pra assumir que escrevo - antes de mais nada - eu leio. Uma coisa não funciona sem a outra. Faz parte do contexto mesmo. E quando eu publicar qualquer coisa que atinja um numero consideravel de pessoas, descobrirei gente que vai se identificar ou não com os meus escritos. Isso também é praxe. E todo autor quer ser lido, quer ser debatido, admirado, questinado. O marketing funciona dessa forma. A leitura promove não somente o conhecimento, mas sim, o discernimento, o tino, a ferramenta principal pros questionamentos e indagações...
Eu vi a Martha Medeiros vibrar de alegria porque o seu livro Doidas e Santas ganhou os palcos do teatro. Merecidamente! E isso é muito gratificante pro escritor. E você pode estar se perguntando agora: então por que Will, essa ladainha tão cheia de "cerca -lourenços"?
A verdade é: eu tenho medo! Medo de quando chegar a minha vez de ser lido, de ter alguma coisa transformada em peça, filme, sei lá o quê - me deparar com o fato de que as minhas ideias foram longe demais do meu eixo. E que alguem pode usar isso pra ostentar seu proprio lema de vida...
E isso não é bom? Claro! É ótimo pro ego de qualquer escritor - saber que as suas idéias foram assimiladas por leitores variados. E se isso servir pra melhorar a vida então...nada poderia ser mais realizador.
De onde foi que eu tirei esse tal medo aí? Eu testemunhei alguns tipos de leitores dessa categoria. Gente que catou uma coisa ou outra no jornal, no google, gostou, tomou pra si como tripé pra sua vida... agindo como se tivesse descoberto a mina de ouro e logo depois - nossa, percebi que tais tipos - não deveriam nunca ter lido a Martha que tanto aprecio. Fiquei pensando: se eu fosse a Martha e, de repente, pegasse um texto meu nas maos desses cachorros sem dono - ficaria muito desapontado. Imagina só que chato - um escritor integro, inteligente, que tanto contribui pro que chamamos de bem social - se ver como referência principal pra escalada de um criminoso reles, medíocre, burro...um estelionatário inescrupuloso, por exemplo... Dá um desgosto, né?
E pior ainda: é o inescrupuloso em questão - defender a sua propria cara de pau - porque a idéia lhe ocorreu como um álibi, uma justificativa...
Se você não entendeu o que eu quis dizer com esse texto, relaxe! Nem eu consegui externar com precisão o meu "achismo". Foi um lampejo que me ocorreu... como um desses surtos psicóticos de quinze minutos... sabe?
Não? Nem eu! Mas deixo uma idéia pra quem um dia pretender virar estelionatário - não me leiam de jeito nenhum, okay?
quarta-feira, 5 de maio de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
somente agora ... o blog tem que continuar...
E eu, do nada, me dei conta que: faz tempo que não escrevia no meu blog. Pior: que fazia muito tempo em que eu - sequer entrava pra olhar. Ocupado demais? Não. Sem assunto? Também não! Talvez um pouco de impaciência misturada com um tantinho de egoísmo. Quem ler isso aqui vai pensar assim: o cara escreve isso porque pensa que todos estao interessados no que ele vive ou pensa. Não, eu respondo. Sei que o espaço não é requisitado e nem tampouco desperta essa curiosidade toda. E eu nem gostaria que fosse assim...
A verdade é que eu sei mexer bem pouco nesse blog. A foto que está no perfil, por exemplo, é bem antiguinha. Sei que o portal possui um mecanismo que me permite colocar uma foto diferente a cada vez q' eu escrever... Mas se vc me perguntar se eu sei como se faz isso?!!! Não sei. Gosto do blog sim. É um cantinho bem legal. Mas confesso: sou bem relapso com ele. Volto e concluo - blog é um diário. Faz tempo que eu não tomo nota sequer em agenda, quem dirá num diário...
Vamos lá, ainda assim - o mundo continua sendo palco de muitos eventos. O planeta segue com seus eclipses, terremotos, tsunamis, desmatamentos e inundações. Os homens? Cada dia mais perdidos em suas ambições pessoais, suas teorias infundadas, ideologias, crenças e achismos... talhados de frustrações e auto -derrotas.
É o apocalipse! Gritam alguns! Coisa do capeta! Outros fervilham! Castigo da mãe natureza? Os mais românticos deduzem duvidosamente... Seja lá o que for que esteja acontecendo, uma coisa é certa - não estamos a salvo em canto algum. A morte espera cada um de nós, um por um, calada, as vezes furiosa, noutras - com um pouquinho mais de sarcasmo - mas ali, presente, com a sua foice afiada a postos... Que seja, então!! Pra quê fugir se não tem saída?
Minha vida pessoal? Nossa, essa segue remando suave! O ano flui e vou, vamos, pra onde? Fui de quê? Vamos levando!!! Disse uma senhorinha otimista, outro dia, na fila do banco. E vamos mesmo, doninha fofa de cabelos encaracolados... aonde chegaremos, pouca precisão...mas vontade não nos falta. E rotina é aquilo, né? A gente muda, faz, acontece, esperneia ... no entanto, percebe-se pouco em meio a buzinas e trovões. Saldos? Somente no fim do ano! O que importa é: eu e todos os que me rodeiam, os de boa vontade pelo menos, vão bem, obrigado!!!
E esse ano promete, hein! Ano de copa do mundo! De eleições pra presidente! E o que temos de escândalos políticos, fraudes e desgraças...nossa Mãe, nem caberia no gibi! Eu continuo com a minha jornada...quase inalterada. Mês começa, mês termina, vai a grana e vem as contas. Tudo se paga, pouco se troca e nada novo na roda viva da realidade. Pelo menos eu continuo interessado e interessante. Tô mais velho, mais forte, mais atrevido, seria a palavra correta... mas sempre avante!
O que eu desejo? Ih, tanta coisa, né? Mas assim - se a gente conseguir ter saúde plena, familia unida, pessoas bacanas de verdade interagindo, putz, já vai dar um lucro e tanto, não?
O que me cansa além do trânsito caótico do Rio de Janeiro? vamos ver!!! Cansar não seria exatamente o termo. Aborrecer é mais sensato! Me aborrece muito...o fato de ficar mais de uma hora pra percorrer um trecho que não deveria levar mais de quinze minutos...
Mas o que tem me aborrecido profundamente, nesses tempos são: citações populares. Como assim? Pera lá que eu explico! Olha, eu sempre gostei de ler, de escrever, de assistir filmes...etc. E ficaria feliz da vida se - a maioria dos brasileiros apreciassem tanto a leitura e a praticassem cotidianamente. No entanto, isso ainda é só uma vontade. Agora, vejamos: vivemos uma fase de modismos. Tá muito na moda - as pessoas lerem uns trechinhos ou outros, dos textos de Clarice Lispector e saírem publicando como se fossem autorais. Claro, tal efeito se dá por conta das comemorações de seu centenário. Garanto: a dama literata deve estar revoltada na tumba com tamanha heresia...
Porra, assim é mole... pega-se um parágrafo solto, copia em voz ativa e pronto - cumpriu-se um feito imenso. Propagam a lição de vida do século... (continuarei amanha ou no final da semana, pois estou cansado agora)....
A verdade é que eu sei mexer bem pouco nesse blog. A foto que está no perfil, por exemplo, é bem antiguinha. Sei que o portal possui um mecanismo que me permite colocar uma foto diferente a cada vez q' eu escrever... Mas se vc me perguntar se eu sei como se faz isso?!!! Não sei. Gosto do blog sim. É um cantinho bem legal. Mas confesso: sou bem relapso com ele. Volto e concluo - blog é um diário. Faz tempo que eu não tomo nota sequer em agenda, quem dirá num diário...
Vamos lá, ainda assim - o mundo continua sendo palco de muitos eventos. O planeta segue com seus eclipses, terremotos, tsunamis, desmatamentos e inundações. Os homens? Cada dia mais perdidos em suas ambições pessoais, suas teorias infundadas, ideologias, crenças e achismos... talhados de frustrações e auto -derrotas.
É o apocalipse! Gritam alguns! Coisa do capeta! Outros fervilham! Castigo da mãe natureza? Os mais românticos deduzem duvidosamente... Seja lá o que for que esteja acontecendo, uma coisa é certa - não estamos a salvo em canto algum. A morte espera cada um de nós, um por um, calada, as vezes furiosa, noutras - com um pouquinho mais de sarcasmo - mas ali, presente, com a sua foice afiada a postos... Que seja, então!! Pra quê fugir se não tem saída?
Minha vida pessoal? Nossa, essa segue remando suave! O ano flui e vou, vamos, pra onde? Fui de quê? Vamos levando!!! Disse uma senhorinha otimista, outro dia, na fila do banco. E vamos mesmo, doninha fofa de cabelos encaracolados... aonde chegaremos, pouca precisão...mas vontade não nos falta. E rotina é aquilo, né? A gente muda, faz, acontece, esperneia ... no entanto, percebe-se pouco em meio a buzinas e trovões. Saldos? Somente no fim do ano! O que importa é: eu e todos os que me rodeiam, os de boa vontade pelo menos, vão bem, obrigado!!!
E esse ano promete, hein! Ano de copa do mundo! De eleições pra presidente! E o que temos de escândalos políticos, fraudes e desgraças...nossa Mãe, nem caberia no gibi! Eu continuo com a minha jornada...quase inalterada. Mês começa, mês termina, vai a grana e vem as contas. Tudo se paga, pouco se troca e nada novo na roda viva da realidade. Pelo menos eu continuo interessado e interessante. Tô mais velho, mais forte, mais atrevido, seria a palavra correta... mas sempre avante!
O que eu desejo? Ih, tanta coisa, né? Mas assim - se a gente conseguir ter saúde plena, familia unida, pessoas bacanas de verdade interagindo, putz, já vai dar um lucro e tanto, não?
O que me cansa além do trânsito caótico do Rio de Janeiro? vamos ver!!! Cansar não seria exatamente o termo. Aborrecer é mais sensato! Me aborrece muito...o fato de ficar mais de uma hora pra percorrer um trecho que não deveria levar mais de quinze minutos...
Mas o que tem me aborrecido profundamente, nesses tempos são: citações populares. Como assim? Pera lá que eu explico! Olha, eu sempre gostei de ler, de escrever, de assistir filmes...etc. E ficaria feliz da vida se - a maioria dos brasileiros apreciassem tanto a leitura e a praticassem cotidianamente. No entanto, isso ainda é só uma vontade. Agora, vejamos: vivemos uma fase de modismos. Tá muito na moda - as pessoas lerem uns trechinhos ou outros, dos textos de Clarice Lispector e saírem publicando como se fossem autorais. Claro, tal efeito se dá por conta das comemorações de seu centenário. Garanto: a dama literata deve estar revoltada na tumba com tamanha heresia...
Porra, assim é mole... pega-se um parágrafo solto, copia em voz ativa e pronto - cumpriu-se um feito imenso. Propagam a lição de vida do século... (continuarei amanha ou no final da semana, pois estou cansado agora)....
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
texto de fim de ano!!! Alergia à abacaxis...!!!
E o ano está chegando ao fim, hein, moçada! Um ciclo que se completou! Tempos idos, coisas, situações, pessoas, tudo por conta do ontem. O hoje tá aqui, em cada um de nós...pra uns, cheios de obrigados, pra outros de talvez, e claro, tb pra turma do "e se eu tivesse...". Pouco importa, o que foi, foi! É passado! Se você é daquela trupe que teve um ano de 2009 totalmente satisfatório, nossa, perfeito! É hora de agradecer, comemorar, torcer pra q a mesma sintonia se mantenha. É trilhar com dinamismo e sabedoria cada ponto, cada vírgula, pra que a entoada não saia do prumo...e que o ano q vai começar seja igual e / ou se possível melhor! Se você pertence ao grupo do mais ou menos, muita atenção, porque a vida não é pra ser mais ou menos! Ficar em cima do muro não dá pé. Faça por onde, se reprograme pra que seja melhor, nada de inclinar pro lado menor da balança, hein! Uma vida mais ou menos não faz sentido algum, não provoca prazer e nem dor, nem alegria e nem tristeza. Ser mais ou menos é ficar...
...aprisionado a um monte de senões. A gente não deve nunca sorrir mais ou menos, beijar mais ou menos, abraçar mais ou menos, gozar mais ou menos. Ou a gente vai ou a gente pára...e como sabemos muito bem, quem fica parado é poste! Temos de fazer o quê? Virar o jogo! Viver é correr riscos! É se aventurar, sentir a chuva molhar o rosto de quando em vez, é permitir que o vento bagunce o cabelo. Noutras, é se permitir viver a entrega, com doação, otimismo. Garantia de sucesso ou felicidade? Como saber? Ninguém pode estabelecer essa certeza, no entanto, se não tentarmos...
E se vc pertence ao grupo que padeceu de um ano difícil; bem... Pare, respire fundo, conte até dez e recomece do zero. Chore, reclame, esperneie, destaque avarias, porém, reflita e olhe adiante. Porque já passou! E se tudo costuma passar, esse ano, fatalmente, já foi. E se foi tarde; melhor! Não diz a maxima: "antes tarde do que nunca"? Por aí! Saúde, a gente recupera! Grana? Basta priorizar uma meta e percorrer em prol...
...daquilo que podemos, ansiamos, necessitamos e merecemos. Tendo sabedoria, força de vontade e empenho; pronto! Uma hora a coisa vai...sabe por quê? Nada acontece se a gente não acreditar, se não tivermos fé...(seja na vida, seja em nós mesmos, em Deus...!). Teve decepções com pessoas, coisas, amores? Isso acontece! O ser humano é multifacetado mesmo, não podemos ler o q trazem em suas testas! Mas, se escapamos a tempo, ponto pra nós! Ficamos vivos, saudáveis, com ar nos pulmões...Aquilo q não nos mata, com certeza, nos fortalece. E ninguém perde aquilo, aquela coisa ou aquele alguém q nunca teve. Não perdemos, mas sim, nos livramos! E que bom! Nada de começar um ano novo carregando uma trolha danada como bagagem! O mundo é grande e ainda assim pequeno; por isso pecamos. Mas se vamos pagar por pecados, que paguemos pelos nossos, não pelo dos outros. E se perdoar é divino, ótimo, que Deus julgue o melhor. Não é da nossa conta, okay?! Ninguém pode querer tirar a limpo aquilo q se formou sujo...(...)
(...) limpeza é sinônimo de pureza, jamais de imundícies. É como descobrir, do nada, um câncer. Estirpe-o! Não busque entendê-lo! Aquilo q não nos cabe, não interessa! É como ser alérgico a uma fruta qualquer. A gente simplesmente corta do cardápio. Eu, por exemplo, não posso mais abacaxis! O q fiz? Excluí (abacaxi) do menu. Abacaxis servem pra muitos, logo, praqueles q podem: bom proveito! Eu? Não encaro mais! E sem dramas, remorsos, "por quês"?...
O ano q vai começar será totalmente novo! Inteirinho! Novinho em folha! Do passado? (...) Somente restaurações, curadorias; não milagres! Minhas mãos são pra fazer carinho, pra escrever belezas, inserir alianças valiosas, jamais, pra serem esmagadas por pregos! É por isso q me intitulo "filho de Deus"! E assim vamos nós - buscando aprender, errando sim, mas lutando por acertar. Ter somente intenções é pouco d +! Dessas? O inferno tá cheio! E se Satre eternizou q "o inferno são os outros"...
Quero mais, bem mais... é ser feliz! Vamos juntos nessa empreitada?
A hora é agora!!!
...aprisionado a um monte de senões. A gente não deve nunca sorrir mais ou menos, beijar mais ou menos, abraçar mais ou menos, gozar mais ou menos. Ou a gente vai ou a gente pára...e como sabemos muito bem, quem fica parado é poste! Temos de fazer o quê? Virar o jogo! Viver é correr riscos! É se aventurar, sentir a chuva molhar o rosto de quando em vez, é permitir que o vento bagunce o cabelo. Noutras, é se permitir viver a entrega, com doação, otimismo. Garantia de sucesso ou felicidade? Como saber? Ninguém pode estabelecer essa certeza, no entanto, se não tentarmos...
E se vc pertence ao grupo que padeceu de um ano difícil; bem... Pare, respire fundo, conte até dez e recomece do zero. Chore, reclame, esperneie, destaque avarias, porém, reflita e olhe adiante. Porque já passou! E se tudo costuma passar, esse ano, fatalmente, já foi. E se foi tarde; melhor! Não diz a maxima: "antes tarde do que nunca"? Por aí! Saúde, a gente recupera! Grana? Basta priorizar uma meta e percorrer em prol...
...daquilo que podemos, ansiamos, necessitamos e merecemos. Tendo sabedoria, força de vontade e empenho; pronto! Uma hora a coisa vai...sabe por quê? Nada acontece se a gente não acreditar, se não tivermos fé...(seja na vida, seja em nós mesmos, em Deus...!). Teve decepções com pessoas, coisas, amores? Isso acontece! O ser humano é multifacetado mesmo, não podemos ler o q trazem em suas testas! Mas, se escapamos a tempo, ponto pra nós! Ficamos vivos, saudáveis, com ar nos pulmões...Aquilo q não nos mata, com certeza, nos fortalece. E ninguém perde aquilo, aquela coisa ou aquele alguém q nunca teve. Não perdemos, mas sim, nos livramos! E que bom! Nada de começar um ano novo carregando uma trolha danada como bagagem! O mundo é grande e ainda assim pequeno; por isso pecamos. Mas se vamos pagar por pecados, que paguemos pelos nossos, não pelo dos outros. E se perdoar é divino, ótimo, que Deus julgue o melhor. Não é da nossa conta, okay?! Ninguém pode querer tirar a limpo aquilo q se formou sujo...(...)
(...) limpeza é sinônimo de pureza, jamais de imundícies. É como descobrir, do nada, um câncer. Estirpe-o! Não busque entendê-lo! Aquilo q não nos cabe, não interessa! É como ser alérgico a uma fruta qualquer. A gente simplesmente corta do cardápio. Eu, por exemplo, não posso mais abacaxis! O q fiz? Excluí (abacaxi) do menu. Abacaxis servem pra muitos, logo, praqueles q podem: bom proveito! Eu? Não encaro mais! E sem dramas, remorsos, "por quês"?...
O ano q vai começar será totalmente novo! Inteirinho! Novinho em folha! Do passado? (...) Somente restaurações, curadorias; não milagres! Minhas mãos são pra fazer carinho, pra escrever belezas, inserir alianças valiosas, jamais, pra serem esmagadas por pregos! É por isso q me intitulo "filho de Deus"! E assim vamos nós - buscando aprender, errando sim, mas lutando por acertar. Ter somente intenções é pouco d +! Dessas? O inferno tá cheio! E se Satre eternizou q "o inferno são os outros"...
Quero mais, bem mais... é ser feliz! Vamos juntos nessa empreitada?
A hora é agora!!!
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
analisando os fragmentos de uma paixão...
Hoje, o que inspirou retornar ao meu blog, rascunhar essas linhas, foi justamente a vida de um personagem real. Pasmem! Um amigo meu que atualmente se encontra enamorado e risonho. Estava passeando pelo orkut e, de repente, me deparei com o perfil dele! Lá, uma moça linda protagoniza a cena romântica.
O enquadramento do casal nas fotografias ficou tão bom que imaginei um filme. No recheio do enredo, beijos, declarações, uma paixao febril onde a pele da dupla parece incendiar a mais de 40 graus. Muitas declarações dizem: "o maior e melhor amor do mundo". "um amor eterno". "uma paixão infinita". Um conto de fadas pra nenhum Principe e Cinderela botar defeito.
Quando começamos um namoro, automaticamente, nos tornamos príncipes. A vida ganha outro colorido. Os beijos e abraços são dilacerantes. Entramos numa existência superiormente interessante. Os dias de ausência e as noites de frio se tornam infinitos. Os minutos quando juntos, voam. Longe, se arrastam!
O coração dos apaixonados é como o fundo do Oceano Atlântico - profundo e cheio de mistérios. Essa magia que envolve e transforma qualquer jantarzinho num banquete, uma flor em botão - um jardim de gerâneos e girassóis. Me lembrei de todas as minhas paixões. Quando assim - nos jogamos, saltamos da pedra da Gávea sem se preocupar em que lugar pararemos. O amor? O amor é lindo! As paixões são iluminadamente cegas! E a vida não teria nenhuma graça sem as paixões. Paixões inspiram poetas, compositores, novelistas...
Os romances são líderes na preferência da moçada! Quem nunca ficou suspirando pelos cantos torcendo pelos mocinhos? Que ser humano não acreditou no clichê "feliz para sempre"? A paixão é o maior e melhor combustível pra acelerar os acontecimentos de uma vida interessante. Vinícius foi cauteloso quando citou no soneto: "que seja eterno, enquanto dure". Por quê?
Porque as paixões não têm que durar a vida toda para que sejam consideradas como as que "deram certo". Por isso a minha total atenção pras citações calorosas e inflamadas: "nosso amor é eterno", "seremos felizes pra sempre".
Agora penso: se as relações humanas não têm manual de instruções e nem tampouco prazo de validade, como dizer "eternamente apaixonados"? Não estou de modo algum, saliento, sendo do contra, hein amigo! Muito pelo contrário, achei a formação perfeita! No que depender dos meus votos e torcidas - o feliz para sempre se concretiza...
A questão é: até que ponto as nossas expectativas são palpáveis?
Hoje em dia, reluto em cair em tentação na hora de mergulhar numa paixão dessas. As arrebatadoras! Porque essas exigem demais de nossas forças. A gente se perde, enlouquece mesmo. E quando algo não prossegue - meu Deus - o surto chega ser penoso! Por isso que, muitos casais quando desfeitos, em vários casos, passam a se detestar, aquele amor eterno passa a ser o maior erro da vida. Todo entusiamo se reverte. Porque os contos de fadas tão fascinantes, tão efusivos, bem, esses são possíveis apenas em livros, filmes e novelas.
Pessimista? Jamais! Sou otimista até debaixo d'água! No entanto, hoje, aos quase 30, reflito e encaro com muita cautela os comandos que o coração engendra como vitais. Todos nós devemos estar bem sintonizados, porque a nossa felicidade pra sempre, essa, dependerá bem mais de nós mesmos do que de nossos amáveis. Amar o outro é quando a gente percebe que se ama tanto, que sobra fôlego pra arrebatar outra pessoa.
E somos felizes pelo tempo que somos! Não podemos cometer o pecado de estabelecer prazos, datas e nem documentos. Porque eterno mesmo só o paraíso! E olhe lá!
Então - salve Vinícius de Moraes - e sejamos todos nós felizes, enquanto duramos! E quando os nossos principes e princesas resolverem pegar a estrada sem a nossa companhia, não significa que estamos fadados a infelicidade, pelo contrário...estaremos buscando outros castelos e monarcas.
O enquadramento do casal nas fotografias ficou tão bom que imaginei um filme. No recheio do enredo, beijos, declarações, uma paixao febril onde a pele da dupla parece incendiar a mais de 40 graus. Muitas declarações dizem: "o maior e melhor amor do mundo". "um amor eterno". "uma paixão infinita". Um conto de fadas pra nenhum Principe e Cinderela botar defeito.
Quando começamos um namoro, automaticamente, nos tornamos príncipes. A vida ganha outro colorido. Os beijos e abraços são dilacerantes. Entramos numa existência superiormente interessante. Os dias de ausência e as noites de frio se tornam infinitos. Os minutos quando juntos, voam. Longe, se arrastam!
O coração dos apaixonados é como o fundo do Oceano Atlântico - profundo e cheio de mistérios. Essa magia que envolve e transforma qualquer jantarzinho num banquete, uma flor em botão - um jardim de gerâneos e girassóis. Me lembrei de todas as minhas paixões. Quando assim - nos jogamos, saltamos da pedra da Gávea sem se preocupar em que lugar pararemos. O amor? O amor é lindo! As paixões são iluminadamente cegas! E a vida não teria nenhuma graça sem as paixões. Paixões inspiram poetas, compositores, novelistas...
Os romances são líderes na preferência da moçada! Quem nunca ficou suspirando pelos cantos torcendo pelos mocinhos? Que ser humano não acreditou no clichê "feliz para sempre"? A paixão é o maior e melhor combustível pra acelerar os acontecimentos de uma vida interessante. Vinícius foi cauteloso quando citou no soneto: "que seja eterno, enquanto dure". Por quê?
Porque as paixões não têm que durar a vida toda para que sejam consideradas como as que "deram certo". Por isso a minha total atenção pras citações calorosas e inflamadas: "nosso amor é eterno", "seremos felizes pra sempre".
Agora penso: se as relações humanas não têm manual de instruções e nem tampouco prazo de validade, como dizer "eternamente apaixonados"? Não estou de modo algum, saliento, sendo do contra, hein amigo! Muito pelo contrário, achei a formação perfeita! No que depender dos meus votos e torcidas - o feliz para sempre se concretiza...
A questão é: até que ponto as nossas expectativas são palpáveis?
Hoje em dia, reluto em cair em tentação na hora de mergulhar numa paixão dessas. As arrebatadoras! Porque essas exigem demais de nossas forças. A gente se perde, enlouquece mesmo. E quando algo não prossegue - meu Deus - o surto chega ser penoso! Por isso que, muitos casais quando desfeitos, em vários casos, passam a se detestar, aquele amor eterno passa a ser o maior erro da vida. Todo entusiamo se reverte. Porque os contos de fadas tão fascinantes, tão efusivos, bem, esses são possíveis apenas em livros, filmes e novelas.
Pessimista? Jamais! Sou otimista até debaixo d'água! No entanto, hoje, aos quase 30, reflito e encaro com muita cautela os comandos que o coração engendra como vitais. Todos nós devemos estar bem sintonizados, porque a nossa felicidade pra sempre, essa, dependerá bem mais de nós mesmos do que de nossos amáveis. Amar o outro é quando a gente percebe que se ama tanto, que sobra fôlego pra arrebatar outra pessoa.
E somos felizes pelo tempo que somos! Não podemos cometer o pecado de estabelecer prazos, datas e nem documentos. Porque eterno mesmo só o paraíso! E olhe lá!
Então - salve Vinícius de Moraes - e sejamos todos nós felizes, enquanto duramos! E quando os nossos principes e princesas resolverem pegar a estrada sem a nossa companhia, não significa que estamos fadados a infelicidade, pelo contrário...estaremos buscando outros castelos e monarcas.
blogueando!!!!
O meu blog, tadinho, estava, de novo, no rol dos esquecidos. Sempre me falta tempo e tesão pra ficar confabulando aqui. Eu ainda não domino com presteza esse portal que o hospeda, embora eu tenha amigos e conhecidos que conseguem colocar fotografias, letrinhas coloridas e afins...mas eu, por pura apatia, acabo atentando pouco pra esse detalhe. Lembro que logo assim que os blog's viraram febre, eu fiquei muito encantado.
Quando eu era criança, costumava escrever nas agendas. Tudo o que vinha a cabeça, relatava a minha rotina, minhas contas a pagar, os meus sonhos, meus medos, duvidas, irrealizações, tudo eu rascunhava por lá. E fazia isso a mão mesmo. Eu nem sonhava em ter computador naquele época, pasmem! Ah, tem mais, eu gostava da idéia de escrever em diários. Cheguei a começar um - assim, bem secretamente. Mas como fazê-lo? E se alguém o encontrasse? E se lessem? Nossa, iam descobrir todos os meus segredos!!! Ora essa, todos os meus segredos...engraçado é que, falando desse jeito, até parece que eu tinha segredos inconfessáveis, que cometia atrocidades que jamais pudessem ser dividas ou clareadas por outros olhares. Pura bobagem! Eu rascunhava as minhas idéias infantis, minhas contestações e dúvidas, medos e sonhos, meus desejos prematuros. Pouco tempo depois da tentativa: abortei o tal diário.
Hoje em dia, escrevo muita coisa! Não sei se são coisas boas ou ruins, mas escrevo. Breve, meu trabalho começará a ser dividido com um público. Não tenho ideia de como será esse público. Mas todas as vezes que a gente expõe o que escreve, que edita um livro, um roteiro e coisa e tal...fatalmente, algum grupo acaba se identificando.
Um escritor não é um formador de opinião, nem um ditador, nem um exibicionista. Os escritores são na verdade: testemunha dos seus tempos. Por isso, aquela máxima que: tudo que se escreve, vira registro (lei). Não pretendo ser uma unanimidade e nem tampouco uma febre nacional, mundial. Eu escrevo porque gosto. Atualmente, tenho convicção de que: bastante gente gosta quando eu escrevo, das coisas que eu escrevo, tomam pra si. Mas acredito de há de ter gente que deteste também. Isso pouco importa.
O lance é o prazer do ofício, a leveza, o ato, o manuseio da palavra em si. Escrevo pra me libertar, pra defender o meu ganha pão. Ainda que eu não viva de literatura, mesmo que eu não consiga ficar rico vendendo livros, crônicas, palavras...não importa. A palavra é a senha de entrada pra todas as coisas que eu me propuser. Escrevendo eu mato os meus demonios. Exorcizo! Interajo com quem quiser e gostar...!
Escrevo poucas vezes no meu blog, sabe? Cheguei a levar seis meses sem rascunhar uma linhazinha sequer. Retornei por aqui mes passado, postei meia dúzia de coisas corriqueiras e já se foi um mês. A vida segue corrida! São tantas coisas pra fazer, ler, escrever. Claro, gosto demais do prazer da leitura. Ler me transporta, arrebata, encoraja, ruboriza.
Quando eu pego um livro, faço uma viagem. Imaginem isso, poder conhecer milhões de pessoas e lugares e passar uma temporada do dia interagindo com as suas emoções. Mas os livros em sua grande maioria não são obras de ficção? Alguns dirão. E eu responderei: E daí? Toda realidade é resultante de algo imaginario. Ainda que não vivamos a fantasia diariamente, nossas ações dependem e muito - daquilo que arquitetamos mentalmente.
E pra criar uma obra de ficção, boa, amarradinha, com suspense e coerência...obviamente, alguém, do mundo da "realidade" o faz. Tudo se confunde, tudo se encaixa, ajeita...escrever é também perigoso, claro. Quando a gente cria um personagem e passa certo tempo narrando a sua trajetória, brincamos de ser Deus. Profanação? Não!
Toda ação depende do que você inclinar. Logo, tudo depende desse criador...
Sobre os blog's, retorno - hoje em dia todo mundo usa - ou quase todo mundo. Muita gente famosa, inclusive, faz questão de usar o veículo pra contar suas amenidades, vivências, agenda, opiniões todas...Uns falam de coisas, outros da vida alheia! Ou, antes que me esqueça - tentam impor os seus feitos e pensamentos como manual de instruções.
O meu antigo blog tinha uma imagem premeditadamente feita, servindo de cenário pro meu mundo. Minha Shangrilá! Com direito a castelos, carneiros comendo grama verde, carruagem e tudo. Um dia o Terra [portal que hospedava] avisou por comunicado oficial, que não mais cederia espaços pra esse tipo de coisa.
Logo, tive que salvar tudo no HD e ponto...
Quando eu era criança, costumava escrever nas agendas. Tudo o que vinha a cabeça, relatava a minha rotina, minhas contas a pagar, os meus sonhos, meus medos, duvidas, irrealizações, tudo eu rascunhava por lá. E fazia isso a mão mesmo. Eu nem sonhava em ter computador naquele época, pasmem! Ah, tem mais, eu gostava da idéia de escrever em diários. Cheguei a começar um - assim, bem secretamente. Mas como fazê-lo? E se alguém o encontrasse? E se lessem? Nossa, iam descobrir todos os meus segredos!!! Ora essa, todos os meus segredos...engraçado é que, falando desse jeito, até parece que eu tinha segredos inconfessáveis, que cometia atrocidades que jamais pudessem ser dividas ou clareadas por outros olhares. Pura bobagem! Eu rascunhava as minhas idéias infantis, minhas contestações e dúvidas, medos e sonhos, meus desejos prematuros. Pouco tempo depois da tentativa: abortei o tal diário.
Hoje em dia, escrevo muita coisa! Não sei se são coisas boas ou ruins, mas escrevo. Breve, meu trabalho começará a ser dividido com um público. Não tenho ideia de como será esse público. Mas todas as vezes que a gente expõe o que escreve, que edita um livro, um roteiro e coisa e tal...fatalmente, algum grupo acaba se identificando.
Um escritor não é um formador de opinião, nem um ditador, nem um exibicionista. Os escritores são na verdade: testemunha dos seus tempos. Por isso, aquela máxima que: tudo que se escreve, vira registro (lei). Não pretendo ser uma unanimidade e nem tampouco uma febre nacional, mundial. Eu escrevo porque gosto. Atualmente, tenho convicção de que: bastante gente gosta quando eu escrevo, das coisas que eu escrevo, tomam pra si. Mas acredito de há de ter gente que deteste também. Isso pouco importa.
O lance é o prazer do ofício, a leveza, o ato, o manuseio da palavra em si. Escrevo pra me libertar, pra defender o meu ganha pão. Ainda que eu não viva de literatura, mesmo que eu não consiga ficar rico vendendo livros, crônicas, palavras...não importa. A palavra é a senha de entrada pra todas as coisas que eu me propuser. Escrevendo eu mato os meus demonios. Exorcizo! Interajo com quem quiser e gostar...!
Escrevo poucas vezes no meu blog, sabe? Cheguei a levar seis meses sem rascunhar uma linhazinha sequer. Retornei por aqui mes passado, postei meia dúzia de coisas corriqueiras e já se foi um mês. A vida segue corrida! São tantas coisas pra fazer, ler, escrever. Claro, gosto demais do prazer da leitura. Ler me transporta, arrebata, encoraja, ruboriza.
Quando eu pego um livro, faço uma viagem. Imaginem isso, poder conhecer milhões de pessoas e lugares e passar uma temporada do dia interagindo com as suas emoções. Mas os livros em sua grande maioria não são obras de ficção? Alguns dirão. E eu responderei: E daí? Toda realidade é resultante de algo imaginario. Ainda que não vivamos a fantasia diariamente, nossas ações dependem e muito - daquilo que arquitetamos mentalmente.
E pra criar uma obra de ficção, boa, amarradinha, com suspense e coerência...obviamente, alguém, do mundo da "realidade" o faz. Tudo se confunde, tudo se encaixa, ajeita...escrever é também perigoso, claro. Quando a gente cria um personagem e passa certo tempo narrando a sua trajetória, brincamos de ser Deus. Profanação? Não!
Toda ação depende do que você inclinar. Logo, tudo depende desse criador...
Sobre os blog's, retorno - hoje em dia todo mundo usa - ou quase todo mundo. Muita gente famosa, inclusive, faz questão de usar o veículo pra contar suas amenidades, vivências, agenda, opiniões todas...Uns falam de coisas, outros da vida alheia! Ou, antes que me esqueça - tentam impor os seus feitos e pensamentos como manual de instruções.
O meu antigo blog tinha uma imagem premeditadamente feita, servindo de cenário pro meu mundo. Minha Shangrilá! Com direito a castelos, carneiros comendo grama verde, carruagem e tudo. Um dia o Terra [portal que hospedava] avisou por comunicado oficial, que não mais cederia espaços pra esse tipo de coisa.
Logo, tive que salvar tudo no HD e ponto...
domingo, 13 de setembro de 2009
transitando...
Bom, como começar? Dessa vez a minha ausência por aqui durou menos de dois meses. Aliás, devo agradecer ao carinho de um amigo super especial - Jonatas Diniz - que dedicou dia desses - preciosos minutos de seu tempo para dar uma lida no espaço. Me disse ter se encantado. Fico muito contente, afinal, o Jonatas é um cara super antenado e tem apreço por leituras contemporâneas. É isso, amigo! Seguimos transitando pelos meandros e novivas que a rotina estabelece. E entre um drible e uma jogada, pintam gols, traves...
A rotina é basicamente a mesma. As aspirações, idem! Os pensamentos sempre em busca de um ponto e os pontos, oscilando, naqueles famosos esticam e puxam. Na média - temos balanços favoráveis e perspectivas animadoras.
O que nos atina a transitar é justamente a necessidade de se recriar, exercitar as aprendizagens, se permitir errar, mas ao invés de exagerar uma auto flagelação, meditar, ponderar e procurar resgatar as emoções e usá-las como combustível potente e não poluente.
Eu me sinto estranho nos ninhos em muitos capitulos da minha vida. O roteiro é muito cheio de ganchos, de surpresas e conflitos, mas o tom correto, sempre acaba sendo atingido no decorrer dos takes. Digamos que o semestre apresenta uma tendência muito otimista pro melhor aproveitamento da obra e que com isso, coisas boas e ótimas estão por vir...
A rotina é basicamente a mesma. As aspirações, idem! Os pensamentos sempre em busca de um ponto e os pontos, oscilando, naqueles famosos esticam e puxam. Na média - temos balanços favoráveis e perspectivas animadoras.
O que nos atina a transitar é justamente a necessidade de se recriar, exercitar as aprendizagens, se permitir errar, mas ao invés de exagerar uma auto flagelação, meditar, ponderar e procurar resgatar as emoções e usá-las como combustível potente e não poluente.
Eu me sinto estranho nos ninhos em muitos capitulos da minha vida. O roteiro é muito cheio de ganchos, de surpresas e conflitos, mas o tom correto, sempre acaba sendo atingido no decorrer dos takes. Digamos que o semestre apresenta uma tendência muito otimista pro melhor aproveitamento da obra e que com isso, coisas boas e ótimas estão por vir...
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
nada se conclui...
É, dessa vez eu não aguardei mais seis meses pra voltar a escrever algo por aqui. Embora eu esteja sem muita idéia, os pensamentos estejam aos turbilhões, o mundo lá fora um caos, tento colocar sentido em algumas estrofes, alguns parágrafos, sei lá, qualquer coisa...
Era como se eu tivesse fazendo uma releitira de minha atualidade, vendo o que se encaixa com o quê, quem com quem, que tipo de sentido pode ser ter diante tantas evasivas. Como eu percebo que não vai brotar nenhuma pérola dessa imaginação hoje não tão fértil, fico com algumas reticências engrenadas...
Nada se conclui na minha vida, de fato, por hora, noto que o tempo e a sua miraculosa sabedoria, possam servir de alento pra essa minha cara de transeunte em busca de emoções mais reais...
Era como se eu tivesse fazendo uma releitira de minha atualidade, vendo o que se encaixa com o quê, quem com quem, que tipo de sentido pode ser ter diante tantas evasivas. Como eu percebo que não vai brotar nenhuma pérola dessa imaginação hoje não tão fértil, fico com algumas reticências engrenadas...
Nada se conclui na minha vida, de fato, por hora, noto que o tempo e a sua miraculosa sabedoria, possam servir de alento pra essa minha cara de transeunte em busca de emoções mais reais...
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